O PONTO É: Crítica pós-keynesiana à macroeconomia neoclássica

A escola pós-keynesiana (na vertente propagada principalmente por Paul Davidson) busca reproduzir de forma “fiel” o que compreende como o pensamento do próprio Keynes e é desta forma que constrói sua crítica à macroeconomia neoclássica.

A crítica é geral e extensiva aos novos-clássicos e novos-keynesianos pois estes também preconizam o mecanismo de preços como suficiente até o pleno-emprego, gerando um consenso de longo prazo, a despeito de diferenças meramente temporárias na análise de curto prazo.

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A “cruz keynesiana” e a determinação do ponto de demanda efetiva:

(Incerteza) + (existência de ativos líquidos) = (possibilidade de insuficiência de demanda efetiva => ( equilíbrio abaixo do pleno-emprego)

Pós-keynesianos esclarecem que o problema NÃO É quanto tempo dura a rigidez de preços (novos-keynesianos) até o “clearing” (novos clássicos)

A crítica pós-keynesiana é uma boa crítica EXTERNA aos mecanismos marginalistas de mercado, mas não questiona sua lógica INTERNA.

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